domingo, 28 de agosto de 2016

Vídeos do VLOG EPR!!

Olá aqui estão as entrevistas já realizadas.

Bjs.

Adriana Barbosa


Patty Freitas 2


Carolina Utinguassú Flores


Gérson Prado



Laicon Christian

Patty Freitas

FLIM 2016 - Santa Maria Madalena

Olá queridos, tive o prazer de estar presente na FLIM de Santa Maria Madalena no dia 27/08/16.

Eu, Regina e Ana Paula Filgueira

 


 
Eu e Mariucha Corrêa.

Santa Maria Madalena




quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Matéria sobre o EAF Literário

Olá queridos, para ler a matéria na integra, basta clicar na imagem.

Bjs.


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

E se amanhã fosse o seu último dia? - Uiara Melo

Bora, de leitura?

E se amanhã fosse o seu último dia?
Macaé, 18 de maio de 2016

Natália acreditava que viveria para sempre, mas desde a semana passada passou a sentir incômodos contínuos em seu ventre. Para ela, as dores seriam normais, já que sempre as sentia como anúncio antecipado da pior semana do mês. Mas dessa vez era diferente.  Resolveu, então, procurar a sua ginecologista para saber do que se tratava, apesar de uma pequena e sutil certeza que já se acomodava em seus pensamentos, e a alertava de algo mais sério. Em um desses devaneios enquanto seguia até o consultório, leu uma frase escrita em um muro de uma casa qualquer: “E se amanhã fosse o seu último dia? ”.

Natália repetia a frase como um mantra – aquilo lhe fazia sentido – até chegar ao consultório ginecológico. Ao entrar, identificou-se e sentou-se para aguardar. Quase uma hora depois ela foi chamada à sala com paredes cor de mel, onde tinha uma mesa de vidro e, atrás dela, uma moça próxima da meia idade. Do outro lado, uma maca ginecológica, com aquele par de porta-coxas horrorosos.

Ela sentou-se na cadeira e começou a responder as perguntas que lhe foram direcionadas. Depois de muito falar, se queixou dos tais incômodos e então, a médica solicitou para trocasse a roupa por um avental aguardando em um minúsculo banheiro dentro daquele cômodo. Assim que saiu do banheiro, se dirigiu até a maca e deitou-se nela. A maca estava fria, o que a fez se perder no tempo. Porém, despertava sempre que sentia os pequenos incômodos, enquanto a médica a examinava. Passados alguns minutos a ginecologista fez uma pausa e buscou em sua mente palavras para reformular a seguinte frase: Natália, e se amanhã fosse o seu último dia?

Natália ficou perplexa com a coincidência vivida e constatada naquele exato momento e tentou formular rapidamente uma resposta lógica, coerente e sensata, mas não conseguiu. A ginecologista, sem a sua resposta, pediu para que ela trocasse novamente de roupa e que voltasse para finalizar a consulta.

Natália saiu daquela posição tão frágil, exposta, e foi trocar-se. Logo depois, sentou-se à mesa juntamente com a médica e ficou aguardando os próximos passos. Foi entregue-lhe um monte de pedidos de exames, o que a deixou preocupada - se amanhã fosse o seu último dia, ela não precisaria fazer nada daquilo.

Saiu do consultório com a bolsa mais pesada, assim como os seus pensamentos, e foi para casa. À noite, deitou-se em sua cama e repousou a sua consciência em seu travesseiro:  E se amanhã fosse o seu último dia? Então, seria besteira perder tempo dando importância a essa dor.

Quinze dias depois ela retornou ao consultório com os exames em mãos, e entregou à ginecologista que, em silencio, examinou minuciosamente cada detalhe. Sua expressão era preocupada. Porém, antes que ela pudesse esboçar qualquer palavra, Natália se antecipou e disse:

- Se amanhã fosse o meu último dia, eu simplesmente morreria na profundeza do meu ser que se desfaleceria no encanto do amanhecer.

Natália soube que estava com câncer no colo do útero e que o “amanhã” não seria de fato o seu último dia, mas sim, o início dele ou talvez não.
Amor e Luz


O coração ainda pulsa, então, ainda há esperança - Uiara Melo

Olá, mais um texto para reflexão.

O coração ainda pulsa, então, ainda há esperança
Macaé, 30/07/2016

Eu estava há algum tempo pensando no quê escrever que fosse bom, significativo e de utilidade pública. O AMOR é de utilidade pública e, por isso irei falar dele aqui em vários aspectos. Observando os “posts” nas redes sociais, assim como em conversas informais com colegas e familiares, percebi que tudo o que se fala, 80% são reclamações do cotidiano e os outros 20% são reclamações da falta de “amor/respeito” entre o homem e a mulher. Segundo a estatística 86% das vítimas de estrupo hoje são mulheres.

Pois bem, reclamações do cotidiano, da política, das Olimpíadas, da economia, isso passa ser corriqueiro e rotineiro em nossa humilde existência. Não sou expert no assunto e, muito menos estou aqui para formar opinião, eu só quero expor o meu posicionamento. Verifiquei que os meus últimos “post”, eu comecei a falar de Amor, do Amor, mas entre homem e mulher. Os meus questionamentos são válidos, até porque diante de tantos estupros e diversas outras violências à mulher, eu me pergunto: Onde está o amor entre o homem e a mulher?

De um tempo pra cá - não vou generalizar- percebo que a ação das mulheres em quererem ser feministas demais, abriu-se uma facilidade da ação de alguns homens não serem nada. Quando a mulher cansou de pedir para que o homem trocasse o gás de cozinha e ele não o fez, a mulher passou a fazer por estar cansada de esperar. Ela também com isso, passou a ser o "homem" responsável pela relação. Eles descansaram, eu não sou feminista. Essa geração está um pandemônio, ninguém sabe o quer, ninguém sabe o que é, mas eu sou de 80's e sou careta, e não vejo com bons olhos homens “folgados”. Não falo do machismo -isso é outra coisa.

Homens precisam aprender que ser homem perto se uma mulher, é muito legal, assumir algo e ter responsabilidade por elas é muito significativo.

Não é porque umas são feministas demais para se adquirir o respeito, que outras serão. Eu não sou feminista, mas quero que me respeitem... e enfim, sou uma pessoa a moda antiga. Não me peça para mudar isso, sendo assim, eu prefiro ser a mulher da relação, aquela que é cortejada, é respeitada, a que cuida da família, do lar, a que trabalha fora, e que quer alguém que pague as contas, troque a luz, o gás, e abra a porta do carro. 

Os valores mudaram, ou se perderam com o tempo?

Interessante quando um colega respondeu ao meu post dizendo que é um homem a moda antiga, entendi isso como se ele estivesse errado em ser assim. Pois bem colega, você não está errado... é que se tornou raro homens assim... as coisas estão muito vulgarizadas... eu tenho um pouco de culpa nisso, quando decidi rachar a conta em um bar e quando eu mesma passei a abrir a porta do carro para mim. Algumas mulheres também se perderam ao não se dão o mínimo de respeito – muito liberais. E no meio dessa confusão ficamos sozinhos, no meio de uma multidão tão diversificada.

Os valores estão mudados... somos peças raras ... não esquente... e seguimos a diante. O homem precisa voltar a perceber que ele é o responsável pela família, pela relação conjugal, e não a mulher, porém, a mulher não precisa ser submissa e muitos menos sofrer agressões por isso. Basta ser o Yin e o Yang que se completam.

A mulher precisa voltar a perceber que se deve um bom comportamento, e saber o seu posicionamento na relação, não ser fácil e nem submissa para agradar. O Amor não se sustenta em um relacionamento fraco e conflitante. O respeito é o seu maior aliado. Infelizmente muito dos casos de estrupo nada tem a ver com o Amor e, sim com doenças da psique.


"Ah o amor... - suspiro
O amor é mau, o amor é ruim... quando perdemos o que nos faz sentido, só fica a dor de um amor vazio."
Uiara Melo

O pandemônio na literatura brasileira contemporânea - Uiara Melo

Bom dia, românticos e romancistas...

O pandemônio na literatura brasileira contemporânea.

Caros colegas escritores e leitores, vamos ser francos uns com os outros. Pelo andar da carruagem, no próximo desfiladeiro cairemos todos. A qualidade da literatura brasileira está no mesmo patamar da política, e da administração pública.
Se eu tenho propriedade para falar disso? Claro que tenho, desde o momento em que parei para analisar, pensar e questionar a situação, já que é o caminho no qual quero gastar as solas dos meus sapatos. Mas eu não sou a “fodona!” Sou humilde para saber e reconhecer que ainda tenho muito que aprimorar.
Sou curiosa e muito inquieta, não me dou por vencida quando me deparo com as dificuldades. Sempre estou tirando dúvidas e questionando o real motivo das coisas. Alguns colegas que me dão apoio, e base para os meus questionamentos, devem me achar chata por isso.  Pois bem, vamos ao o que interessa.
Nas bienais de hoje, se Aristóteles pudesse estar presente, se jogaria na Baia de Guanabara no Rio de Janeiro.
Primeiro de tudo: Não existe uma fórmula exata, mas segundo Aristóteles, era necessário que a estória literária (e não história ou poesia) fosse em função existencial, uma catarse. Função moral, o caráter, a índole e a indicação de valor. Apor (e/ou acrescentar) valor literário em sua composição literária.
A partir disso, podemos perceber que muitas obras não deveriam ser consideradas literárias -  as famosas “miojo”. Desde que o escritor passou a fazer trabalhos somente para entreter, surgiu a falta de pesquisa, pouco interesse pela língua portuguesa, os bombardeios de erros ortográficos, e a caída da qualidade estética e coerente da obra.
Todo mundo resolveu virar escritor, até aí tudo bem, até porque eu também comecei assim – I have a dream. Todos podem fazer o que quiserem, mas o que realmente é ser escritor – não falo aqui, de ser um best-seller/fama-, o que é de fato escrever?
Como se dá, ou deveria ser todo o processo de escrita?
Muito me espanta, quando alguns dizem que sonham e escrevem. Só isso?
Onde está a pesquisa, o planejamento?
Escreve por quê?
Escreve para quem?
O quê quer, onde quer chegar com a sua escrita?
O mundo literário está um pandemônio. Um verdadeiro mar de rostos e mãos aflitas para se apegarem em algo tangível.
 O que vale mais?
Esse universo, é uma competição de quem vai mais longe, ou quem aparece mais?
Quem tem mais seguidores, mais curtidas? Meu Deus!!!
A cada grupo que participo, mais me sinto isolada... não estou conseguindo entender o real sentido disso tudo. Se um "puta" crítico literário pegasse todas essas obras, que fazem “fama”, para ler, iria ser um Estado Islâmico decapitando os sonhos de muitos escritores "fodinhas". Eu também poderia estar nesse meio por inocência e, não por achar que sou "foda".
Estou estudando para fazer valer a pena, e os meus livros serem aceitos por críticos (não resenhista, isso é outra coisa). Vou nadar contra a maré. Não digo que Zafhira e Sem Sombra sejam ruins, digo que eles poderiam ter sido melhores, se eu tivesse o amadurecimento de hoje. Eu me recuso a escrever qualquer história sem acréscimo significativo à vida humana. Não vou escrever para distrair o outro somente, quero escrever para mexer com a subjetividade do outro, tira-lo do senso comum.
Quando sou questionada a respeito de Jorge Amado e Paulo Coelho, eu digo que provavelmente possam ser encaixados em alguns dos critérios de cunho crítico.  Porém é devido a isso que muitos acreditam que suas obras são literárias... Talvez, por alguns conceitos possam até ser, mas não são de fato consideradas literatura. Mas livros que caíram no gosto do público ganhando então, uma grande importância no universo dos livros. Não estou comparando Jorge Amado com Paulo Coelho.
Há quem goste de livros expressos e de entretenimento raso, não nego, e não recrimino, porque gosto é gosto.  Porém nem “tudo é arte”, certas coisas só passam a ser arte porque caem no gosto do público, e esse público hoje é muito superficial e duvidoso. Temos que ter o bom senso, e sermos críticos diante do que está acontecendo. Existem muitos livros bons, que podem ser considerados de fato parte da literatura, escondidos ou deixados de lado, porque certos leitores têm preguiça de ler, desejando algo mais popular ou até mesmo vulgar.
Está chovendo hambúrguer? Não! Está chovendo livros!  E o analfabetismo está crescente, não estão formando leitores críticos. As redes sociais são campos minados. Depois que muitos decidiram publicar por aí, muitas editoras surgiram com propostas indecentes para tornar esse sonho realidade, e às vezes, o livro não vale. Isso do livro não valer, não significa que a pessoa deva parar de escrever, pelo contrário, tem que escrever sim e muito, estudar e muito.
Muitos não irão aceitar a minha opinião, mas enfim, do jeito que está. Que função teremos eu e mais uns gatos pingados, que escrevemos com o coração, com a alma, diante desses instantâneos, criados somente para sugar dinheiro de leitores sem um pingo de critério?
O instantâneo X O tradicional.
E não é por essa colocação que posso ser considerada elitizada, aquela que quer escrever “direitinho”, para burguês ler. Mentira! É escrevendo “direitinho” que muitos adolescentes irão passar a se interessar a escrever “direitinho” também. A educação está em decadência, porque não é do interesse cultural investir em educação, e instrução em todos os aspectos.
Certa estou de que o sol nasce para todos e, é por isso, que o cenário literário brasileiro está em baixa... Os críticos não perdem mais tempo com o mercado literário de agora, não vale a pena... As escolas em greve, de que adianta lutar contra essa tormenta?
Sendo assim, reflitam o que realmente querem. Vejam a quantidade de livros duvidosos, sendo produzidos e distribuídos por certas plataformas que estão levando conteúdos equivocados para a sociedade. Antigamente ser escritor era algo foda... Intocável, intelectual... Hoje, qualquer “Zé Ruela” é escritor... não querendo generalizar. O que basta para mudar essa realidade é ter bom senso, e fazer algo de bom, ESTUDAR, ESTRUTURAR A OBRA. O mal é querer imitar a escrita americana, eles escrevem para Hollywood – puro entretenimento. A nossa literatura a princípio deveria ser para instruir, passar uma mensagem no mínimo significativa. Daí surgem alguns resenhistas, que bancam de Críticos Literários (risos). Crítico Literário qualifica a obra, e o resenhista vende a obra, sendo boa ou não. Não é à toa que Paulo Coelho faz sucesso lá fora e aqui é bombardeado.


“Transformar uma folha em branco em um documento, uma identidade de um tempo. Fragmentos gravados na alma, no universo. Esse é o prazer do poeta, escritor. Deixar um pouco de si para aquele que quer se compor.”
Amor e Luz

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

FLIM - FEIRA LITERÁRIA DE SANTA MARIA MADALENA - RJ AGOSTO

Olá bom dia.

Estarei expondo os meus livros no dia 27/08/16 14:00 as 16:00.

Venham!!